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2027 ESTÁ CHEGANDO: FAÇA EM 2026 O DEVER DE CASA OU SEU CAIXA PODE SOFRER
A Reforma Tributária vai muito além da lei: ela muda o fluxo do dinheiro nas empresas A Reforma Tributária não deve ser encarada apenas como uma alteração na legislação fiscal. Na prática, ela representa uma mudança profunda na forma como o dinheiro circula dentro das empresas, especialmente para pequenos e médios negócios que dependem diretamente do fluxo de caixa para operar. Um dos pontos mais sensíveis dessa transformação é o Split Payment. Esse novo modelo fará com que parte do valor das vendas seja retida automaticamente no momento da transação, destinada ao pagamento de tributos. Ou seja: o imposto deixa de ser pago posteriormente e passa a ser descontado na origem. Isso altera completamente a lógica financeira tradicional adotada pela maioria das empresas até hoje. Menos dinheiro disponível, mais necessidade de planejamento Com o Split Payment, a empresa não receberá mais o valor integral da venda em caixa. Isso significa redução imediata da liquidez e a necessidade de um nível muito mais elevado de controle financeiro, planejamento e previsibilidade. Empresas que não se anteciparem a essa nova realidade podem enfrentar consequências sérias, como: dificuldades de caixa recorrentes atrasos no pagamento de fornecedores, funcionários e obrigações financeiras aumento do endividamento para cobrir capital de giro perda de competitividade frente a empresas mais organizadas decisões equivocadas de preço e margem fragilidade financeira em períodos de menor faturamento Em muitos casos, o problema não será falta de venda, mas falta de dinheiro disponível no momento certo. 2026: o ano decisivo para se preparar Embora os efeitos mais diretos da Reforma Tributária se consolidem a partir de 2027, 2026 precisa ser tratado como um ano estratégico de preparação. Esse é o momento ideal para: revisar a gestão do fluxo de caixa entender com profundidade os custos e despesas do negócio ajustar preços, margens e políticas comerciais reorganizar processos financeiros e administrativos criar cenários e simulações considerando o Split Payment fortalecer o controle financeiro e a tomada de decisão Quem deixar para reagir apenas quando a mudança estiver em pleno funcionamento corre o risco de agir sob pressão, com pouco tempo e poucas opções. Organização e gestão serão diferenciais competitivos A Reforma Tributária não penaliza apenas quem paga impostos; ela penaliza principalmente quem não entende o próprio negócio. Empresas com gestão financeira estruturada, processos claros e planejamento consistente terão mais segurança, previsibilidade e capacidade de adaptação. Já aquelas que operam sem controles adequados sentirão o impacto diretamente no caixa. Mais do que nunca, gestão deixa de ser opcional e passa a ser condição de sobrevivência. Como proteger o caixa e atravessar essa mudança com segurança Neste artigo, mostramos que a chave para enfrentar a Reforma Tributária está em três pilares fundamentais: Organização financeira – entender exatamente como o dinheiro entra e sai Planejamento – antecipar impactos e ajustar a operação antes do problema aparecer Proteção do caixa – garantir liquidez para manter a empresa saudável A Reforma Tributária já é uma realidade. A diferença entre dificuldade e oportunidade estará no nível de preparação de cada empresa. 2026 é o ano de agir. Quem se organiza agora, atravessa 2027 com muito mais segurança. Saiba mais -
SPLIT PAYMENT E REFORMA TRIBUTÁRIA: POR QUE O CAIXA DAS EMPRESAS SERÁ IMPACTADO?
Split Payment: por que o impacto no caixa exige preparação desde já A Reforma Tributária avança e, junto com ela, surgem mudanças que vão além da simples apuração de impostos. Uma das mais relevantes é o Split Payment, mecanismo que altera o momento em que o tributo é recolhido — e isso afeta diretamente o fluxo de caixa das empresas. Na prática, o Split Payment determina que o imposto seja separado no ato da venda. Diferentemente do modelo atual, em que o valor do tributo permanece temporariamente no caixa da empresa até o vencimento da guia, com o novo sistema essa parcela não chega a transitar pelo caixa. O que muda no dia a dia da empresa? Embora o Split Payment não aumente a carga tributária, ele reduz o capital disponível para a operação. Isso significa menos recursos imediatos para: financiar estoque pagar fornecedores cobrir despesas operacionais sustentar o giro do negócio Empresas que operam com margens apertadas ou dependem fortemente do capital de giro podem sentir esse impacto de forma significativa. Por que 2026 é o ano da preparação? O período de transição da Reforma Tributária torna 2026 um ano estratégico. É nesse momento que o empresário deve: revisar o fluxo de caixa reavaliar preços e margens ajustar prazos de pagamento e recebimento fortalecer o planejamento financeiro Quem se antecipa consegue absorver a mudança de forma estruturada. Quem ignora, corre o risco de enfrentar dificuldades já em 2027, quando o novo modelo estiver mais consolidado. Reforma Tributária não é só fiscal — é gerencial O Split Payment deixa claro que a Reforma Tributária não trata apenas de impostos, mas de gestão empresarial. A adaptação exige organização, controle financeiro e decisões baseadas em números. Empresas preparadas não apenas cumprem a legislação, mas preservam sua saúde financeira e sua capacidade de crescer de forma sustentável. ???? Antecipar-se às mudanças é a diferença entre reagir ao problema ou conduzir o negócio com segurança. Saiba mais -
SPLIT PAYMENT E REFORMA TRIBUTÁRIA: POR QUE O CAIXA DAS EMPRESAS SERÁ IMPACTADO?
Split Payment: por que o impacto no caixa exige preparação desde já A Reforma Tributária avança e, junto com ela, surgem mudanças que vão além da simples apuração de impostos. Uma das mais relevantes é o Split Payment, mecanismo que altera o momento em que o tributo é recolhido — e isso afeta diretamente o fluxo de caixa das empresas. Na prática, o Split Payment determina que o imposto seja separado no ato da venda. Diferentemente do modelo atual, em que o valor do tributo permanece temporariamente no caixa da empresa até o vencimento da guia, com o novo sistema essa parcela não chega a transitar pelo caixa. O que muda no dia a dia da empresa? Embora o Split Payment não aumente a carga tributária, ele reduz o capital disponível para a operação. Isso significa menos recursos imediatos para: financiar estoque pagar fornecedores cobrir despesas operacionais sustentar o giro do negócio Empresas que operam com margens apertadas ou dependem fortemente do capital de giro podem sentir esse impacto de forma significativa. Por que 2026 é o ano da preparação? O período de transição da Reforma Tributária torna 2026 um ano estratégico. É nesse momento que o empresário deve: revisar o fluxo de caixa reavaliar preços e margens ajustar prazos de pagamento e recebimento fortalecer o planejamento financeiro Quem se antecipa consegue absorver a mudança de forma estruturada. Quem ignora, corre o risco de enfrentar dificuldades já em 2027, quando o novo modelo estiver mais consolidado. Reforma Tributária não é só fiscal — é gerencial O Split Payment deixa claro que a Reforma Tributária não trata apenas de impostos, mas de gestão empresarial. A adaptação exige organização, controle financeiro e decisões baseadas em números. Empresas preparadas não apenas cumprem a legislação, mas preservam sua saúde financeira e sua capacidade de crescer de forma sustentável. ???? Antecipar-se às mudanças é a diferença entre reagir ao problema ou conduzir o negócio com segurança. Saiba mais -
2025: O Ano Em Que Crescemos Juntos!
Encerramos 2025 com a satisfação de ter contribuído ativamente para o desenvolvimento de pequenos e médios empresários por meio da produção de conteúdo técnico, acessível e orientado à prática da boa gestão. Ao longo do ano, foram 18 vídeos publicados em nosso canal, abordando temas essenciais da administração, da contabilidade gerencial e da tomada de decisão baseada em dados. Mais do que números ou publicações, 2025 representou o fortalecimento de um compromisso: levar clareza, organização e visão estratégica a empresários que enfrentam diariamente os desafios de gerir seus negócios em um ambiente cada vez mais complexo e dinâmico. Durante esse período, reforçamos princípios fundamentais como controle financeiro, análise de resultados, precificação adequada, leitura correta dos demonstrativos e planejamento consciente. Nosso objetivo sempre foi o mesmo: ajudar o empreendedor a enxergar seus números com mais lucidez, corrigir rotas quando necessário e construir decisões mais seguras e sustentáveis. A Costa Guerra Rocha Consultoria agradece a todos que caminharam conosco ao longo deste ano — clientes, parceiros, empresários e profissionais que acompanharam nossos conteúdos, confiaram em nossa metodologia e acreditaram no valor da gestão bem estruturada. Desejamos a todos um Natal de serenidade, reflexão e equilíbrio, e um Ano Novo pautado por decisões corretas, organização financeira e crescimento sustentável. Que 2026 seja um ano de construção sólida, com bases bem definidas, metas claras e resultados consistentes. Seguimos juntos, reafirmando nosso propósito de apoiar empresários na construção de negócios mais organizados, conscientes e preparados para o futuro. Saiba mais -
A REFORMA TRIBUTÁRIA VEM AÍ, JÁ SE PREPAROU?
A Reforma Tributária trouxe uma onda de dúvidas, ajustes e expectativas no ambiente empresarial. Para os pequenos e médios empreendedores — público com quem atuamos há 35 anos — é natural sentir insegurança diante das mudanças. Mas existe um ponto central que precisa ser reforçado: A essência da gestão empresarial não muda com a Reforma Tributária. O que a Guerra & Rocha faz continua sendo indispensável. Nossa consultoria nunca atuou com Contabilidade Geral ou Fiscal. Nosso papel sempre foi guiado pelos princípios da Contabilidade de Gestão, entregando: Gestão Comercial e Marketing Gestão Financeira Administração Análises Operacionais DRE Gerencial Pontos de Equilíbrio Custos, Preços e Margens Estruturação de Modelos de Gestão Análises de Cenários Essas áreas continuam sendo vitais independentemente do novo sistema tributário. Por que continuam essenciais? Porque impostos não definem a saúde de uma empresa. O que define é: • Margem correta • Custo corretamente apurado • Precificação inteligente • Controle financeiro • Eficiência operacional • Entendimento claro do resultado A Reforma Tributária pode mudar regras. Mas a boa gestão continua sendo o alicerce. E é nesse alicerce que permanecemos firmes. Saiba mais -
A REFORMA TRIBUTÁRIA VEM AÍ, JÁ SE PREPAROU?
A Reforma Tributária trouxe uma onda de dúvidas, ajustes e expectativas no ambiente empresarial. Para os pequenos e médios empreendedores — público com quem atuamos há 35 anos — é natural sentir insegurança diante das mudanças. Mas existe um ponto central que precisa ser reforçado: A essência da gestão empresarial não muda com a Reforma Tributária. O que a Guerra & Rocha faz continua sendo indispensável. Nossa consultoria nunca atuou com Contabilidade Geral ou Fiscal. Nosso papel sempre foi guiado pelos princípios da Contabilidade de Gestão, entregando: Gestão Comercial e Marketing Gestão Financeira Administração Análises Operacionais DRE Gerencial Pontos de Equilíbrio Custos, Preços e Margens Estruturação de Modelos de Gestão Análises de Cenários Essas áreas continuam sendo vitais independentemente do novo sistema tributário. Por que continuam essenciais? Porque impostos não definem a saúde de uma empresa. O que define é: • Margem correta • Custo corretamente apurado • Precificação inteligente • Controle financeiro • Eficiência operacional • Entendimento claro do resultado A Reforma Tributária pode mudar regras. Mas a boa gestão continua sendo o alicerce. E é nesse alicerce que permanecemos firmes. Saiba mais -
DA AUTORIDADE À LIDERANÇA CORPORATIVA: A VIRADA QUE MUDA RESULTADOS
Durante anos, muitos empreendedores acreditaram que o sucesso dependia do controle absoluto. Mas à medida que o negócio cresce, o modelo da autoridade centralizadora se transforma em um obstáculo silencioso. Desenvolvimento: Empresas travam decisões, acumulam gargalos e perdem agilidade. A liderança corporativa surge como uma evolução: em vez de concentrar poder, ela distribui responsabilidades de forma técnica, com base em dados e processos. Com três pilares — distribuição de responsabilidades, decisões baseadas em dados e comunicação estruturada —, o empresário ganha tempo para pensar estrategicamente e sua equipe passa a produzir com mais autonomia. Casos práticos mostram ganhos de até 18% de produtividade e 8% de economia em custos fixos, apenas aplicando esse modelo. Conclusão: Autoridade decide. Liderança desenvolve. A verdadeira transformação acontece quando o dono deixa de ser o centro e passa a ser o estrategista do todo. Saiba mais -
SEU DINHEIRO PRO RALO?!!!... A DIFERENÇA ENTRE GESTÃO TRADICIONAL E GESTÃO CORPORATIVA
Seu dinheiro pro ralo?!!!... A diferença entre gestão tradicional e gestão corporativa Muitos empreendedores perdem dinheiro e energia sem perceber que o verdadeiro obstáculo está dentro da própria empresa: um modelo de gestão tradicional, centralizado e limitado. Neste artigo, baseado no conteúdo do 16º vídeo da Costa, Guerra e Rocha Consultoria, explicamos a transição para a Gestão Corporativa, mais participativa e voltada para resultados sustentáveis. A reflexão que toda empresa precisa fazer Você já parou para pensar que o sucesso do seu negócio pode estar sendo travado por você mesmo? Em modelos tradicionais, o dono decide tudo — do estratégico ao operacional. Isso gera sobrecarga, decisões lentas e dependência extrema de uma única pessoa. Com o tempo, o crescimento estagna. A empresa até fatura, mas o dono está sempre apagando incêndio e sem tempo para pensar no futuro. Gestão Tradicional x Gestão Corporativa A Gestão Tradicional é marcada por centralização, pouca delegação e ausência de processos estruturados. Já a Gestão Corporativa distribui poder de decisão entre diferentes níveis: Estratégico (visão de longo prazo e planejamento); Tático (coordenação das áreas e metas); Operacional (execução e melhoria contínua). Essa estrutura cria uma cultura de responsabilidade compartilhada e permite que a empresa funcione mesmo sem a presença constante do dono. O resultado? Mais eficiência, mais lucro e mais tempo para o empresário focar no que realmente importa: o crescimento do negócio. A transição exige coragem Migrar da gestão tradicional para a corporativa não é apenas trocar cargos — é mudar mentalidades. É entender que liderar não é controlar tudo, e sim criar um sistema em que todos saibam o que fazer, como fazer e por que fazer. No novo vídeo da Costa, Guerra e Rocha Consultoria, mostramos na prática como essa mudança pode salvar empresas da estagnação e abrir caminho para um crescimento sustentável. Saiba mais -
ORÇAMENTO FINANCEIRO PROJETADO: O PROTETOR DO DINHEIRO DA SUA EMPRESA
Em nossos trabalhos de consultoria, aprendemos que todo processo de recuperação ou reestruturação empresarial deve começar pela disponibilidade financeira. Sem ela, as decisões ficam no escuro e a empresa corre o risco de tomar caminhos que parecem corretos, mas que na prática não são sustentáveis. O Orçamento Financeiro Projetado se apresenta como um verdadeiro protetor do dinheiro da sua empresa. Ele não é apenas uma planilha de números, mas um instrumento de gestão que: Diagnostica a saúde operacional do negócio; Permite prever entradas e saídas de recursos; Oferece clareza para antecipar cenários e preparar a empresa para desafios futuros; Ajuda a transformar dados em conhecimento e decisões estratégicas. Muitos empresários ainda veem o orçamento como algo burocrático, quando, na verdade, ele é um aliado para proteger o caixa, os bancos e até mesmo as aplicações financeiras. Um orçamento bem construído permite que a empresa não apenas sobreviva, mas também crie condições para investir, crescer e se manter competitiva no mercado. Especialistas como John Francis Welch Jr. (Jack Welch) e Peter Drucker sempre reforçaram que o orçamento vai muito além dos números: ele representa planejamento, direção e prosperidade. É um mapa que orienta gestores e empresários a tomar decisões embasadas, reduzindo riscos e maximizando oportunidades. No 15º vídeo da nossa série Manual Prático de Princípios de Administração, mostramos na prática como o orçamento financeiro projetado pode ser o maior aliado da sua empresa. Saiba mais -
LUCRO NO DRE E PREJUÍZO NO CAIXA: A ARMADILHA QUE PODE COMPROMETER SUA EMPRESA
Quando um empresário olha para o Demonstrativo de Resultados (DRE) e vê que sua empresa teve lucro, a sensação é de alívio. Afinal, em teoria, os números mostram que o negócio está prosperando. Mas a realidade pode ser bem diferente: muitas vezes, ao mesmo tempo em que o DRE aponta lucro, o caixa apresenta saldo negativo. Essa contradição é uma das maiores armadilhas da gestão financeira — e, quando não identificada a tempo, pode comprometer a continuidade do negócio. Por que isso acontece? O DRE segue o regime de competência, que registra receitas e despesas no momento em que são geradas, independentemente de quando o dinheiro realmente entra ou sai. Já o caixa obedece ao regime de caixa, mostrando apenas os valores que efetivamente foram recebidos ou pagos. Essa diferença de abordagem pode gerar cenários em que o resultado contábil é positivo, mas a empresa não tem liquidez para honrar seus compromissos do dia a dia. O risco de ignorar a diferença Muitos empresários cometem o erro de tomar decisões olhando apenas para o DRE ou apenas para o caixa. Isso pode levar a decisões equivocadas como: Distribuir lucros inexistentes. Assumir novos compromissos financeiros sem ter recursos disponíveis. Acreditar em uma falsa sensação de segurança, quando na prática o negócio está fragilizado. Como evitar esse problema Na Costa Guerra Rocha Consultoria, ajudamos empresas a compreender e aplicar, na prática, o equilíbrio entre contabilidade e gestão financeira. Nosso objetivo é oferecer clareza nos números para que o empresário tome decisões mais seguras, previna crises de caixa e direcione melhor os recursos. Um acompanhamento estruturado permite: Enxergar com clareza a diferença entre resultado contábil e financeiro. Planejar o fluxo de caixa com antecedência. Evitar decisões baseadas em informações incompletas. Quer ver isso na prática? Para deixar o tema ainda mais claro, gravamos o 14º vídeo da série Manual Prático de Princípios de Administração, no qual mostramos, com 3 exemplos em tabelas, como o lucro no DRE pode ser diferente do resultado no caixa. [Clique aqui e assista ao vídeo no YouTube](https://www.youtube.com/watch?v=QXgLbTsjGhE&t=25s) Saiba mais







