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LUCRO NA VENDA E PREJUÍZO NO CAIXA?
Quando falamos em gestão financeira, é fundamental diferenciar lucro contábil (Regime de Competência) de dinheiro em caixa (Regime de Caixa). Muitas vezes, uma empresa pode estar lucrativa no papel, mas sem recursos para pagar contas básicas. Exemplo 1 – Venda parcelada: Farmácia vende R$ 200,00 em 4x no cartão. Lucro contábil aparece imediatamente, mas o caixa só recebe aos poucos. Exemplo 2 – Venda com desconto financeiro: Pedido de R$ 10.000,00 gera lucro de R$ 3.600,00 no DRE, mas apenas R$ 2.600,00 no caixa após descontos. Exemplo 3 – Devolução com extravio: O mesmo pedido gera lucro contábil de R$ 3.600,00, mas prejuízo no caixa de R$ 1.900,00. A conclusão é clara: lucro não é caixa.E compreender essa diferença pode salvar a sua empresa de problemas sérios de liquidez. Assista ao vídeo completo no YouTube da Costa, Guerra e Rocha Consultoria e veja todos os cálculos na prática. Saiba mais -
REGIME DE COMPETÊNCIA E REGIME DE CAIXA: FUNDAMENTOS ESSENCIAIS PARA DECISÕES SEGURAS
Neste artigo, destacamos o conteúdo apresentado no 12º vídeo da série Manual Prático de Princípios de Administração, publicado no canal da Costa, Guerra e Rocha Consultoria. A abertura do vídeo traz três citações marcantes de Katherine Wagner, autora do livro Finanças ao Alcance de Todos: “Para ser competitivo no mercado atual é preciso dominar alguns conceitos básicos de finanças e contabilidade.” “Não é preciso saber absolutamente tudo sobre finanças e contabilidade. Basta entender o suficiente para fazer as perguntas certas.” “Com um pouco de esforço, você irá se familiarizar com finanças e aprender o bastante para interpretar os números.” Essas reflexões são o ponto de partida para a apresentação de dois conceitos fundamentais: Regime de Competência: permite uma visão assertiva sobre as receitas e despesas da empresa, independentemente do pagamento ter sido realizado ou recebido. Regime de Caixa: mostra o dinheiro que realmente está disponível em caixa, sendo essencial para avaliar se a empresa conseguirá cumprir com seus compromissos financeiros. Ambos os regimes devem ser usados em conjunto, pois seus resultados influenciam diretamente as decisões gerenciais. Uma análise isolada pode levar a erros com consequências graves no fluxo de caixa e nos lucros. No próximo vídeo, aprofundaremos a aplicação prática desses conceitos. Assista à publicação completa em nosso canal e fortaleça sua gestão financeira. Saiba mais -
COMO PROTEGER O DINHEIRO DA SUA EMPRESA: ORÇAMENTO E CAPITAIS NA PRÁTICA
Muitos empresários de pequeno e médio porte enfrentam dificuldades financeiras mesmo com negócios promissores. A causa mais comum? Falta de controle técnico sobre orçamento e capital. Neste artigo, a Costa, Guerra e Rocha Consultoria responde às principais dúvidas sobre esse tema e mostra como aplicar conceitos simples, porém poderosos, no dia a dia do seu negócio. Tópicos abordados: Diferença entre orçamento e fluxo de caixa Como elaborar um plano de contas pessoal e empresarial Quais são os três tipos de capital e como não misturá-los Como analisar mensalmente suas variações financeiras Conclusão: Organizar seu orçamento e entender os capitais disponíveis pode ser o divisor de águas entre o sucesso e o fracasso de um negócio. Invista tempo nesses dois conceitos e evite problemas sérios no futuro. Saiba mais -
COMO ORGANIZAR SUA EMPRESA COM 3 FERRAMENTAS ESSENCIAIS: ORGANOGRAMA, CARGOS E PROCEDIMENTOS
Neste post — inspirado no nosso nono vídeo do canal — vamos direto ao ponto: apresentar três capitais essenciais para a saúde financeira do seu negócio. Entender e administrar corretamente esses recursos é fundamental desde a abertura da empresa até sua fase de crescimento e consolidação. Nosso conteúdo é um verdadeiro manual prático de administração Se você está começando agora ou já tem experiência, nossos vídeos são pensados para apoiar pequenos e médios empresários como você. E neste nono capítulo, o foco é total em três pilares financeiros: 1. Capital Inicial É o valor necessário para dar partida na empresa. Pode vir de recursos próprios, sociedade com investidores, financiamentos ou outras fontes. O planejamento correto dessa etapa evita surpresas desagradáveis logo no início da operação. 2. Capital de Giro Muitas empresas quebram por falta de capital de giro — e não por falta de lucro. Ele é o recurso que mantém a empresa funcionando no dia a dia: pagamentos de fornecedores, salários, despesas operacionais. Planejar o capital de giro é garantir o fôlego do negócio. 3. Capital Pessoal ou Familiar Um dos erros mais comuns entre empreendedores é misturar finanças pessoais com as da empresa. O capital pessoal é o dinheiro necessário para sustentar o empreendedor e sua família. Esse valor deve ser separado, e jamais retirado do capital de giro ou antecipado dos lucros, sob risco de desestruturar o negócio. Um alerta que pode salvar o seu negócio Ao longo de anos de consultoria, já vimos muitos casos em que a má gestão desses três capitais comprometeu empresas promissoras. Por outro lado, também acompanhamos histórias de sucesso que começaram exatamente com essa consciência financeira. Nos próximos vídeos e artigos, vamos aprofundar ainda mais esse tema — e mostrar como você pode aplicar esses conceitos na prática. Gostou do conteúdo? Então compartilhe este artigo com outros empreendedores que você conhece. E se ainda não acompanha nosso canal, aproveite para se inscrever, deixar seu like e ativar o sininho para não perder nenhuma atualização. Costa, Guerra e Rocha Consultoria Sucesso total no seu empreendimento! Saiba mais -
COMO ORGANIZAR SUA EMPRESA COM 3 FERRAMENTAS ESSENCIAIS: ORGANOGRAMA, CARGOS E PROCEDIMENTOS
Ao abrir uma empresa, o empreendedor muitas vezes foca em vender, produzir e entregar. Mas, com o crescimento, a organização se torna essencial para garantir sustentabilidade e eficiência. Neste artigo, vamos apresentar três ferramentas fundamentais para organizar sua empresa desde já: 1. O Organograma É a representação visual da estrutura da empresa. Indica quem faz o quê, como os setores se interconectam e qual o fluxo de comunicação. Ele permite definir responsabilidades e facilita a tomada de decisões. 2. A Descrição de Cargo e Função Com o organograma como base, a empresa pode descrever com clareza o que cada colaborador deve fazer, sua posição na hierarquia, habilidades exigidas e responsabilidades Isso reduz erros, sobreposições e conflitos. 3. A Diferença entre Atividade e Procedimento Enquanto a atividade representa o que deve ser feito, o procedimento mostra o como. Essa distinção garante que os processos sejam executados corretamente e com qualidade. Implementar essas três ferramentas pode parecer um desafio no início, mas os benefícios são enormes: menos retrabalho, mais produtividade e um ambiente de trabalho mais harmonioso. Precisa de ajuda para começar? Fale com a equipe da Costa, Guerra e Rocha Consultoria. Estamos prontos para apoiar sua organização e crescimento! Saiba mais -
QUER CRESCER COM ORGANIZAÇÃO E CLAREZA?
Como estruturar seu negócio com mais clareza e eficiência Um dos primeiros passos para tornar a gestão de uma empresa mais organizada e eficiente é compreender e aplicar três elementos essenciais: o organograma, a definição de cargos e funções, e a distinção entre atividades e procedimentos. No oitavo vídeo do canal da Costa, Guerra e Rocha Consultoria, abordamos esses três pilares de forma prática e direta, voltada ao empreendedor e empresário de pequeno e médio porte. Por que isso é importante? Porque sem uma estrutura clara, a empresa pode enfrentar retrabalho, conflitos, perda de tempo e falhas operacionais. Veja o que você vai aprender: A importância do organograma desde o início do negócio Como definir cargos e funções de forma funcional e clara A diferença prática entre atividade (o que se faz) e procedimento (como se faz) Esses conceitos servem de base para o crescimento sustentável de qualquer empresa. Assista ao vídeo completo no nosso canal no YouTube e prepare-se para o próximo episódio, onde aprofundaremos esse conteúdo com ainda mais orientações práticas. Saiba mais -
ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE CONTABILIDADE GERAL E CONTABILIDADE DE GESTÃO
Se você é empreendedor(a) ou empresário(a) de pequeno e médio porte, entender a diferença entre Contabilidade Geral e Contabilidade de Gestão pode ser um divisor de águas na sua gestão. No 7º vídeo da nossa série, explicamos que: A Contabilidade Geral (ou Financeira) tem foco no passado. Seu principal papel é garantir a conformidade com as leis, registrando e organizando todos os fatos contábeis da empresa. A Contabilidade de Gestão (ou Gerencial) olha para o futuro. Utiliza os dados da contabilidade geral como base para planejar, avaliar desempenho e tomar decisões estratégicas. Segundo o professor Sérgio de Ludícibus: “A Contabilidade Geral preocupa-se com a fidedignidade e normas legais; a Contabilidade de Gestão, com a utilidade da informação e melhoria de desempenho.” Nos próximos vídeos, falaremos sobre temas como: compras, vendas, estoques, clientes, bancos, precificação, seleção de colaboradores e muito mais. A Costa, Guerra e Rocha Consultoria deseja pleno sucesso à sua empresa. Conte conosco! Saiba mais -
COMO PROTEGER O DINHEIRO DA SUA EMPRESA E SEPARAR DE VEZ SUAS FINANÇAS PESSOAIS
Na correria diária de quem empreende, é muito comum que decisões financeiras sejam tomadas no calor do momento, baseadas mais na urgência do que na estratégia. E é justamente aí que mora um dos maiores riscos para pequenos e médios empresários: usar o dinheiro da empresa como se fosse dinheiro pessoal. Misturar as finanças pessoais com as da empresa é uma das principais causas de desequilíbrios financeiros, dificuldades no caixa e até falência de muitos negócios. Por isso, a Costa, Guerra e Rocha Consultoria reforça um alerta fundamental: O dinheiro da empresa não é o seu dinheiro pessoal. Ele é o combustível que mantém o negócio funcionando, pagando fornecedores, funcionários, impostos e garantindo crescimento. Para evitar que esse erro comprometa seu negócio, existem duas ferramentas indispensáveis: Orçamento Financeiro Projetado Pessoal ou Familiar Esta ferramenta permite que você, empresário ou sócio, organize sua vida financeira pessoal e defina exatamente quanto pode retirar mensalmente da empresa. Ela responde claramente à pergunta: “Quanto posso tirar da empresa sem prejudicar o negócio?” Além disso, o orçamento pessoal protege contra o chamado "desfalque silencioso", que são aquelas retiradas pequenas, recorrentes e não planejadas que, somadas, podem gerar um rombo no caixa. Orçamento Financeiro Projetado Empresarial É a ferramenta que organiza as finanças do seu negócio. Ela te ajuda a: Planejar receitas e despesas; Antecipar períodos de aperto no caixa; Negociar prazos melhores com fornecedores; Programar investimentos; Evitar decisões financeiras impulsivas. Em resumo, você deixa de viver "apagando incêndios" e passa a tomar decisões com segurança, baseadas em dados. O elo que une os dois: O Plano de Contas Para que tanto o orçamento pessoal quanto o empresarial funcionem, é indispensável a criação de um Plano de Contas. O Plano de Contas é uma estrutura organizada de todas as entradas e saídas — tanto da empresa quanto da vida pessoal — categorizadas de forma lógica. Ele permite: Clareza na análise dos números; Geração de relatórios precisos; Decisões baseadas em dados concretos. Conclusão: Se você quer proteger a saúde financeira da sua empresa e da sua vida pessoal, comece hoje mesmo a estruturar seus orçamentos e seu Plano de Contas. Essa atitude simples, mas extremamente técnica, vai blindar seu negócio contra problemas financeiros, permitirá um crescimento saudável e trará muito mais segurança para sua jornada como empreendedor. Quer saber mais? Acompanhe nossos vídeos no canal da Costa, Guerra e Rocha Consultoria, siga nossas redes sociais e fique por dentro de dicas, orientações e estratégias para a gestão do seu negócio. Saiba mais -
DUAS FERRAMENTAS ESSENCIAIS PARA PROTEGER O DINHEIRO DA SUA EMPRESA
Como proteger o dinheiro da sua empresa com dois orçamentos essenciais Na rotina agitada de um pequeno ou médio empresário, é comum que decisões financeiras sejam tomadas com base na urgência — e não na estratégia. Porém, essa prática pode colocar em risco o bem mais importante do negócio: o dinheiro em caixa. No quinto artigo da nossa série “Gestão Técnica para Pequenos e Médios Negócios”, vamos apresentar duas ferramentas que funcionam como escudos de proteção financeira. Elas evitam retiradas imprudentes, decisões apressadas e perdas silenciosas. São elas: 1. Orçamento Financeiro Projetado Pessoal ou Familiar Essa ferramenta ajuda o empresário ou sócio a separar as finanças da pessoa física das finanças da empresa. Embora pareça simples na teoria, na prática muitos empresários resistem à separação, principalmente por conta do sentimento de propriedade: "Se a empresa é minha, por que não posso usar o dinheiro como quiser?" A resposta é clara: misturar as contas compromete o equilíbrio financeiro do negócio. O orçamento pessoal/familiar mostra até onde é possível fazer retiradas sem comprometer a operação da empresa. Ele também previne o chamado “desfalque silencioso”, quando pequenas retiradas acumuladas comprometem o fluxo de caixa. 2. Orçamento Financeiro Projetado Empresarial Essa é uma ferramenta de planejamento. Seu objetivo é organizar todas as entradas, saídas, compromissos e metas financeiras da empresa. Ela permite antecipar dificuldades de caixa, ajustar prazos com fornecedores, planejar investimentos com segurança e evitar decisões impulsivas. Em outras palavras: o empresário deixa de “apagar incêndios” e passa a tomar decisões com visão estratégica. O elo entre os orçamentos: o Plano de Contas Tanto o orçamento pessoal quanto o empresarial precisam de uma estrutura contábil organizada. Para isso, é necessário criar um Plano de Contas. O Plano de Contas é uma ordenação lógica de todas as receitas, despesas e categorias financeiras da empresa. Ele garante clareza na hora de montar relatórios, analisar resultados e tomar decisões baseadas em dados concretos. O próximo passo Se você deseja melhorar a saúde financeira da sua empresa, comece estruturando esses dois orçamentos e organizando seu Plano de Contas. Essa prática simples, mas técnica, vai proteger o caixa, permitir crescimento sustentável e evitar surpresas desagradáveis. Saiba mais -
MESMO COM BOAS VENDAS, POR QUE O CAIXA DA EMPRESA CONTINUA APERTADO?
Boas Vendas, Mas Caixa Sempre Apertado? Descubra Onde Está o Problema Vender bem, mas continuar com o caixa no limite… soa familiar? Esse é um dos problemas mais relatados por empreendedores e empresários durante as nossas consultorias. Apesar de boas vendas e aumento de clientes, o dinheiro nunca parece suficiente. O motivo? Erros silenciosos na gestão financeira, que afetam diretamente o caixa e o fluxo de caixa projetado da empresa. Vamos apresentar neste artigo os principais fatores que comprometem o equilíbrio financeiro, mesmo em negócios com bom faturamento. Os Inimigos Invisíveis do Caixa Saudável 1. Desalinhamento entre prazos de pagamento e recebimento Comprar à vista e vender a prazo pode parecer uma boa estratégia para atrair clientes, mas se essa prática for constante, o caixa será impactado negativamente. 2. Compras mal planejadas Comprar em excesso, fora do momento ideal ou sem analisar o giro de estoque pode imobilizar capital necessário para outras áreas da empresa. 3. Gastos fixos descontrolados Muitas despesas mensais se tornam “normais”, mas somadas, consomem uma parte expressiva do faturamento — sem retorno direto. 4. Retiradas dos sócios sem planejamento Quando os sócios retiram recursos sem avaliar o fluxo de caixa, a empresa perde fôlego para investir, operar e até pagar dívidas. 5. Confusão entre lucro e saldo de caixa Ter dinheiro na conta não significa estar com as finanças equilibradas. É preciso considerar os compromissos futuros e valores pendentes de pagamento. 6. Ausência de um fluxo de caixa projetado Sem projeção realista, o gestor toma decisões apenas com base no presente, o que pode gerar inadimplência, atrasos e desorganização. O Que Fazer Para Corrigir? Você precisa adotar medidas práticas e estruturadas para manter o caixa saudável e o fluxo de caixa bem planejado: Alinhar prazos de pagamentos e recebimentos Planejar as compras com base no giro e nas projeções Rever os custos fixos Realizar retiradas com base em dados financeiros Separar o que é lucro do que é saldo momentâneo Implantar um Fluxo de Caixa Projetado realista Conclusão Se sua empresa vende bem, mas vive com o caixa apertado, o problema não está nas vendas — está na gestão. A Costa, Guerra e Rocha Consultoria está preparando uma nova série de vídeos com orientações práticas para você corrigir essas falhas, montar um fluxo de caixa eficiente e tomar decisões com segurança. Inscreva-se em nosso canal do YouTube e compartilhe este conteúdo com quem também precisa organizar melhor suas finanças empresariais. Reflita: Seu caixa está realmente saudável... ou apenas mascarando uma gestão financeira desorganizada? Saiba mais







